segunda-feira, janeiro 29, 2007

[INFO] RATM juntos novamente!



Os Rage Against The Machine vão regressar aos palcos, cerca de sete anos depois da sua separação. O acontecimento terá lugar no festival Coachella, na Califórnia, E.U.A., no último dia do festival, ou seja, 29 de Abril. Os RATM vão ser cabeças-de-cartaz, e consequentemente cabem-lhes as honras de encerrar em grande este festival, que conta com nomes como Sonic Youth Red Hot Chilli Peppers, Arctic Monkeys, entre muitos outros. O preço do passe para os três dias é de 250 US$ (cerca de 192 euros).

Vamos esperar para ver se a reunião é apenas para este festival, ou se (como muitos certamente esperam) é para durar.

sexta-feira, janeiro 19, 2007

[INFO] Jornal "UM" em dificuldades



Começar o ano com notícias destas é realmente triste. Através do "Divergências" sabe-se que "A direcção do jornal de música e artes "Um" decidiu colocar a publicação em suspenso por falta de publicidade." No blogue do Jorge Manuel Lopes, "A Vítima Respira" pode-se lêr ainda «A publicação do UM foi suspensa.

A suspensão deve-se à ausência, neste momento, de soluções económicas que viabilizem a continuação da sua publicação nos moldes actuais.

Um jornal gratuito como o UM necessita de investimento publicitário para viver. A publicidade que têm visto nas nossas páginas não chega para que o jornal se sustente.

Uma decisão definitiva sobre o destino do UM depende das respostas de entidades que demonstraram interesse em aqui investir publicitariamente. Essas respostas deverão surgir a muito curto prazo.

No meio de tudo isto há aquela coisa da vida, que tem de seguir em diante, com mais ou menos incertezas pelo meio.»

+ info:

[INFO] Music Box Lisboa


No antigo Texas Bar, apresenta-se um espaço que tem tudo para ser «a nova coqueluche das noites lisboetas. Associado à editora de discos Transformadores, o Music Box aposta em concertos de artistas nacionais e internacionais (bandas e DJ´s) e na projecção de vídeos, documentários e filmes num grande ecrã. Com uma nova intervenção a nível de arquitectura de interiores, o Music Box é um espaço cultura que promete dinamizar um dos pólos nocturnos mais promissores da capital.»

Neste mês temos Flak com Rádio Macau, Double D Force, Jorge Palma entre outros. Aliás, é Jorge Palma que «inicia em Janeiro a rúbrica "Songs from outer space" que pretende desafiar todos os meses, diferentes artistas a interpretar músicas dos seus autores de referência. Este cantor é o primeiro convidado, apresentando-se em três sessões (duas em Janeiro e uma no mês de Fevereiro). Na primeira actuação, dia 11 de Janeiro, convida Flak (Rádio Macau) e os Micro Áudio Waves para partilharem o palco, dia 25 conta com a presença de Manuel João Vieira. Nestes espectáculos, Palma interpreta temas de Bob Dylan, Leonard Cohen, Paul Simon, Tom Waits, Rolling Stones e Neil Young, autores que o marcaram e influenciaram musicalmente.»

+info:

domingo, janeiro 14, 2007

[ Concerto ] Liszt na Gulbenkian





Começou 10 minutos depois da hora e deve ter enervado os possíveis presentes de embaixadas bálticas e do centro europa.
O ensemble reunido para esta oratória era considerável; Orquestra Gulbenkian dirigida pelo o granteado maestro Gennadi Rozhdestvensky ( rozh -dest-ven-sky, é fácil ), Coro Gulbenkian acompanhado pelo o Coro de Câmara Infantil da Academia de Música de Santa Cecília e ainda solistas de gabarito nacional e internacional.

Liszt compôs ' A lenda de Santa Isabel ' em oferenda a Lúis II de Baviera que presenciou à estreia em Pest no ano do senhor de 1865. A obra do compositor de origem húngara foi 142 após, interpretada nos dias 11 e 12 deste mês Janeiro no Auditório da Gulbenkian com boa afluência de público. A figura histórica desta Rainha Santa da Hungria, que perfila o mesmo padrão identitário da nossa rainha santa Isabel nos decalcamentos místico religioso da conhecida fábula da rosa, dão o mote para 3 horas de prolongada partitura.

É sempre um privilégio ver actuar esta magnífica orquestra, em que os seus exímios executantes têm acumulado reconhecimento técnico e afabilidade de vários e honorobilíssimos maestros de todo o globo que são convidados a dirigir a orquestra.
Desde a secção de cordas, aos metais, a segurança e a limpidez de som da interpretação foram notáveis ao longo de todo o concerto.

O coro de igual forma teve boa prestação , sobressaindo-se de melhor forma no final do concerto, se bem que se notou que os contra-altos femininos podiam se ter destacado mais.

Tantos os barítonos Jürgen Freier e Hugo Oliveira, o baixo Alexender Kisselev estiveram bem, e no apreço pessoal Hugo Oliveira foi o melhor solista da noite.
No lado feminino , as sopranos Nancy Gustafson e Marisa Figureia e as meias sopranos Katja Lytting e Joana Nascimento corresponderam, se bem que Nancy podia ter tal como o seu vestido azul celeste ter melhor performance. Mas dou-lhe o mérito de ter colorido uma monótona e dominante disposição branco e negro que popula nos smokings, tailleurs e vestidos que a muito são restringidos à sobriedade.


É de lamentar que verdadeiros ouvintes que se prestam a assistir a uma espectáculo desta natureza, sejam incomodados por incautos personas que com o seu pouco discreto rebuçadinho, espalhafatosa bolachinha, paranoia de zipps de mala, conversas paralelas e irritantes e desestabilizantes COF COF COF, não dão descanso aos demais que numa noite fria quiseram Liszt e não Amadeo.

quinta-feira, janeiro 11, 2007

Misteriosas Cidades de Ouro



VOLTA AO MUNDO COM HEADPHONES
( AMÉRICA DO SUL )


As Misteriosas Cidades de Ouro, série animada francesa de 1983, que passou na RTP na mesma década, instalou-se no imaginário de uma geração de crianças, àvidas
por histórias e fascinadas por sons e imagens.
Os 39 episódios relatam as aventuranças de Esteban, 'filho do sol' que parte da quinhetista Barceloneta no Velho Mundo, à procura das maravilhas da civilização Inca, na américa do sul.
O tema genérico de abertura, tornou-se intemporal na memória de milhares de crianças, que hoje adultas não deixam de associar o trecho, às emoções das viagens, mistérios e descobertas.

A banda sonora editada em vinyl em 1984 pela Saban Records. continha 16 músicas de Häim Saban e Shuki Levi que as recompilaram de um leque de 150 composições que preencheram o figurino musical da obra animada.

O que se torna evidente, é a exelente qualidade sonora dos temas baseados da conjugação de elementos do foclore andino com arranjos de raiz electrónica. É um facto que esta animação terá o mérito de a par de Jean Michel Jarre, ter espevitado a atenção das músicas feitas com sintetizadores e influenciado um panorama de putos que mais tarde veio a consumir e a produzir também música eletrónica.

O refrão do tema genérico, também ele dever ter sido responsável para que muitos nós audiofilocrónicos cantassemos pela primeira vez em registo francófono.

Os três maiores protagonistas Esteban, Zia e Tao têm composições personalizadas pelos os seus traços culturais. De Esteban, boleros e incurssões gaúchas, em ' thème de Esteban' ou performances heróicas como ' heureux esteban'.
Sonoridade de feira em ' theme de Zia' e tropicalismo vincado de ' l' aventure de Tao' associam-se a ' theme de Tao ' em jeito de cântico de um jogo no Palco Azteca no Mundial do México' 86.
Nas ondas de ' Naviguant' , o salitre vangeliano tal como ' le serpent plume ' e ' les aventures electroniques ', são silbidos hertzianos de pura inorgânicidade.
'Le vol du Condor' e ' Les Incas ' reforçam o perfil new-age ameríndio deste albúm.

Muitos góticos que hoje andam na casa dos 30, devem ter experimentado as suas primeiras experiências de negritude ao sentirem a tensão de temas como ' la tempête' e ' le dieux des Incas'.

No final de cada episódios a cereja em cima do bolo! Documentários de 3 minutos davam-nos conta da História das civilizações pré-colombianas e estes registos etnográficos sobre Incas ,Maias, Aztecas e Olmeques eram apresentados por uma abertura rítmica inesquecível.

Tudo isto impele-nos a visitar o Novo Mundo sul americano , viver do imaginado confronto entre os impérios míticos da Atlântida e Mü. Que da miscigenação dos seus descendentes com os genes e costumes da Europa e de Africa, surgem extraordinários povos, culturas, músicas de ouro como o electro-andino, o electro-villancico e o electro-tonichaúlcatan.

auscultar trechos por aqui : http://www.citesdor.com musiques

quarta-feira, janeiro 10, 2007

[REPORTAGEM] O bebé da capa de "Nevermind"

Cover do Nevermind Spencer Elden
As divagações dão em interrogações. As perguntas são formuladas e o Google espera por nós. Lembrei-me no outro dia que o “Nevermind” dos Nirvana já devia ter sido lançado há cerca de catorze ou quinze anos. Veio-me à memória a capa de um dos discos que, invariavelmente, acompanhava o adolescente típico dos anos 90 e lembrei-me do bebé na mesma. Onde estaria? Será um ilustre desconhecido?

O bebé de quatro meses que, juntamente com uma nota de dólar presa num anzol, fazem a capa de “Nevermind”, tem agora 15 anos (nasceu em 1991) e chama-se Spencer Elden. Como foi parar à capa de um dos mais emblemáticos discos dos anos 90? Pelo que se mostra, de forma, aparentemente simples.

Kurt Cobain queria uma imagem de um bebé a nascer na água (depois de ter visto um documentário sobre o assunto) tendo a tal nota no anzol à frente do bebé. Como obter uma fotografia dessas era muito dispendioso a banda optou por contratar um fotógrafo, Kirk Weddle, que pediu a um casal de amigos, Rick e Renata Elden, que deixassem fotografar o filho, Spencer Elden de então quatro meses, dentro de uma piscina (a nota, anzol e fio foram acrescentados posteriormente). A mãe de Spencer, comenta: "Foi muito rápido. Estávamos ambos dentro da água com o bebé. Soltei-o dentro da água três vezes e Kirk conseguiu a imagem definitiva após tirar apenas uma dúzia de fotos."

Em relação à remuneração deste “trabalho” as opiniões dividem-se: Há quem argumente que o casal terá recebido 200 dólares, mas a maioria das fontes na Internet apontam que o pagamento foi feito mais tarde, mais precisamente, quando a banda ganhou o disco de platina com as vendas de “Nevermind” oferecendo este disco comemorativo ao rapaz. Após apreciarem a fotografia Kurt Cobain e Courtney Love concordaram em levar Spencer Elden a jantar quando fosse mais velho.


Em 2001, aquando do 10º aniversário de "Nevermind" e do lançamento do box-set póstumo "Nirvana", a revista Rolling Stone recriou a foto de Spencer Elden, agora com onze anos e nadando juntamente com uma nota de 10 dólares. O fotógrafo foi novamente Kirk Wedesta vez o modelo recebeu 140 dólares pelo seu trabalho. Uma nova recriação de Nevermind, mas desta vez com Bart Simpson no lugar do protagonista, foi realizada por esta revista.

Spencer Elden re-apareceu numa capa de um disco em 2003. No booklet de “The dragon experience” dos Skinny Puppy aparece numa imagem sendo atingido por um raio.

terça-feira, janeiro 02, 2007

[INFO] Os melhores de 2006

Chegados a esta altura, as listas, rankings e tops impõem-se. Este ano não é excepção e com muitas variáveis como ingredientes: Além do hype gerado pelo aparecimento do dubstep, do lançamento de bastantes “Best Of” e do retorno às edições de alguns artistas que estiveram tempo sem editar também houve música nova.

2006 foi “o” ano do dubstep. Edições de longa duração como as de Burial, Boxcutter, Skream e Kode9 & The Spaceape colocaram no mapa aquilo que Londres já tinha cartografado a partir de 2004. Com esta dinâmica a ser alimentada, também, com os EPs “Skreamizm Vol.1” e “Skreamizm Vol.2” de Skream, fez-se a primeira festa com estas sonoridades em Portugal, o Festival Roots. & Routes 2006.

As edições “Best Of”, mais que lições de história ou investigações sonoras, tornaram-se (e não de agora) vacas gordas das editoras. Com lançamentos mais ou menos insípidos como “Go” de Moby e “Why Try Harder?” de Fat Boy Slim, edições interessantes como “It’s A Feedelity Affair” de Lindstrom e propostas esmagadoras como “Collected” dos Massive Attack e “Blue Potential” de Jeff Mills e a Montpellier Philarmonic Orchestra (mais uma reinterpretação que um “Best Of”) temos outras compilações como a “Dubstep All Stars Vol.4”, “Sacred Symbols Of Mu” da editora de Mike Paradinas e as deliciosas “The DFA Remixes: Chapter One & Two”.

Voltaram às edições Squarepusher com o atraente “Hello Everything”, os Gaiteiros de Lisboa com “Sátiro”, os Boards Of Canada que após um hiato de 3 anos editaram “The Campfire Headphase”, Herbert com o surpreendente “Scale”, DJ Shadow com “The Outsider” uma das desilusões do ano, Silent Poets com “Sun”, Quantic com “An Announcement To Answer” e Sam The Kid com “Pratica(mente)” a mostrar profissionalismo, arrojo e frescura no hip-hop nacional entre outros.

Para resumir tudo aqui ficam dez discos que marcaram o ano de 2006:

1. Boards of Canada – The Campfire Headphase
2. Trentmoller – The Last Resort
3. Gnarls Barcley – St. Elsewhere
4. Burial – Burial
5. Fujiya & Miyagi - Transparent things
6. Kode9 & The Spaceape - Memories Of The Future
7. Massive Attack - Collected
8. Silent Poets – Sun
9. Nicole Willis & The soul investigators - Keep reachin' up
10. Quantic - An Announcement To Answer

A disseminação do netaudio continuou a sua evolução positiva, embora o ano da sua efectiva implantação tivesse sido em 2005. No entanto, a formalização deste “sistema”, através de concertos e festivais de artistas que lançam em netlabels, foi um facto, principalmente com a exposição de bandas como os Lobster, Goodbye Toulouse ou Frango. Em Portugal a Testube será, a par da Mimi e da Merzbau, a netlabel mais profícua opondo-se à estagnação da You Are Not Stealing Records, que apesar de múltiplas edições ficaram concentradas no ínicio do ano.

Aqui ficam dez sugestões de discos (albuns e compilações) que marcam o ano de 2006. Para obter os discos basta clicar no link:

1. Motionfield - Notherlights [tube035]
2. Maus - Recogniser [drift004]
3. Landfill - Panorama de uma vida normal [tube053]
4. Abyssal Plains - Chimera [kahvi187]
5. Affective Disorder - St. Dizier at Night [kahvi188]
6. Fieldtripq - Old Haunts [EAR026]
7. Silo Romano - Pollyanna EP [exp029]
8. Micronaut - Du Und Ich Sind Wir [nore009]
9. Chenard Walcker - The Pusher [fsz050]
10. Milieu - Gunkajima LP [exp017]

Compilações:
VA - Progressive Folk [SJSLP_5401]
VA - Saudade V.A. from Atlantic Coast [Mi050]
VA - Sweeeglade [laridae020]

 

 

 

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