terça-feira, outubro 30, 2007

[INFO] Movimento Tugastep: O 2º CD vem aí

O Movimento Tugastep depois de ter lançado o primeiro CD com contribuições de três artistas volta à carga com mais uma compilação, mas desta vez procura novos "talentos" na área do dubstep:

"Depois do sucesso do 1º CD decidimos fazer uma segunda edição!
Estamos à procura de dubstep nacional, fresco e de qualidade.

Envia-nos os teus temas em MP3 (192 Kb/s mínimo), uma biografia e uma foto/logo, tudo num ZIP. Preferimos que faças upload para o zshare, yousendit, ou qualquer outro site de uploads e depois nos mandes um mail com o link para mrgasparov@gmail.com.

Esta segunda edição será lançada durante o início do próximo ano, por isso aceitamos candidaturas até final de 2007."

Movimento Tugastep 2

domingo, outubro 28, 2007

[INFO] RTP vai lançar arquivo criativo com sons históricos da rádio



A RTP prepara-se para lançar um arquivo criativo com sons da rádio, de acesso livre. O projecto, inspirado em experiências semelhantes da BBC, em Inglaterra, ou da Rádio Pública Nacional norte-americana, colocará on-line e de forma gratuita, sons hoje inacessíveis aos cidadãos e que representam momentos únicos da história portuguesa desde os anos 1930.

Estamos em Junho de 1961. No cais da rocha do Conde de Óbidos, em Lisboa, a multidão reuniu-se para ver partir um dos primeiros contingentes de soldados a partir para a Guerra Colonial. Há fanfarra, hino e ambiente de festa. O repórter lança-se no seu discurso, previamente revisto, onde fala da grandiosidade do império e do céu azul na partida, despedindo-se com um “boa viagem rapazes e até breve”. Mas o microfone da rádio, que não obedece a ordens, não conseguiu fazer calar os gritos de dor de mulheres e mães que se ouvem de fundo, ao longo de toda a reportagem.

Inês Forjaz, jornalista da RDP, uma das responsáveis pelo projecto do arquivo criativo, revela que são fragmentos de história como este que o arquivo da rádio guarda e que deviam ser acessíveis ao público em geral, lembrando que, hoje, a UNESCO celebra o Dia Mundial do Património Audiovisual, que é preciso preservar.

Há dois meses que Inês “vive” nos arquivos da rádio: “Tenho pena de não ter quantificado quantas horas já passei a ouvir sons”. E tem um “caderninho de mercearia” onde apontou todos os tesouros que foi apanhando. São muitas histórias e muitos sons que a jornalista, juntamente com Eduardo Leite, responsável pelos arquivos da rádio, e António Almeida, autor da plataforma informática do projecto, querem agora tornar disponíveis ao público em geral. “Encontrei autênticas revelações históricas”.

A BBC realizou um projecto experimental idêntico, entre 2005 e 2006. Ao todo foram disponibilizados 500 ficheiros de sons e imagens que geraram 500 mil “downloads”. O projecto parou entretanto no âmbito da avaliação periódica de serviço público a que a estação está periodicamente sujeita. E a National Public Radio norte-americana tem um programa, o Open Source, onde o auditório escolhe o tema a tratar no site do próprio programa.

Para os autores do projecto não se trata apenas de disponibilizar ficheiros de som, muito menos de uma forma exaustiva: a plataforma, que ficará alojada no portal da RTP, alojará de início talvez não mais de dez exemplos de sons considerados simbólicos dos acontecimentos mais importantes da nossa história do século XX, que também é o século da rádio: “Vamos dar prioridade aos primeiros anos da rádio, desde 1936, que correm o risco de ficarem esquecidos”.
Os sons serão ainda devidamente acompanhados, sempre que possível, do contexto em que foram captados e do contexto histórico em que estão inseridos. E a intenção é que a lógica deste arquivo criativo seja bidireccional: “Imagine-se que um cidadão ouve um som do arquivo e que até tem lá uma bobines em casa que quer partilhar. O objectivo é que haja um fluxo bidireccional”, explica Inês Forjaz que espera que sejam os utilizadores, nos primeiros tempos, a sugerir os temas que gostariam de ver ali disponíveis. “Para um professor de português se calhar interessará apresentar Camões aos seis alunos dito por Vasco Santana”.

A questão dos direitos de autor, que o grupo classifica como “pantanosa”, está a ser resolvida com recurso a licenças Creative Commons, que permitem a utilização livre dos sons para fins não comerciais. Eduardo Leite afirma que a palavra-chave do projecto é partilha. E que a intenção subjacente a este arquivo criativo toca na intenção do Governo, já expressa pelo secretário de Estado da Cultura, Mário Vieira de Carvalho, de criar um arquivo nacional de som, inexistente em Portugal, apesar do grande investimento que a rádio pública fez nos últimos anos de passar o seu espólio para um formato digital mais moderno e fácil de conservar.

O projecto deste arquivo criativo, que ainda não tem data de arranque, terá um período experimental de seis meses. E será construído, como avançam os seus mentores, de acordo com as sugestões que forem sendo lançadas pelos utilizadores.

sábado, outubro 27, 2007

[VIDEO] Fujiya & Miyagi "Ankle Injuries"

Os Fujiya & Miyagi lançaram o vídeo de "Ankle Injuries" contido no disco "Transparent Things". Este videoclip foi quase todo realizado em "stop-motion"? Pensa-se que si, mas subsistem dúvidas. Alguém tem mais informações?

quarta-feira, outubro 24, 2007

[INFO] Coldcut e Jazzanova no Casino Lisboa



Na passada 2ª-Feira os Coldcut e os Jazzanova (DJ set) actuaram no Casino Lisboa. O duo Janathan More e Matt Black mostraram um concerto partido em dois: Numa primeira parte com originais da banda com temas do último disco "Sound Mirrors" e algumas incursões em samples de temas conhecidos de outras bandas. Numa segunda parte dedicada por completo ao copy-paste e auferindo da ajuda de Juice Aleem, músicas de DJ Shadow, The Chemical Brothers e ("Killing in the Name") foram cortadas e reutilizadas, o que tornou a Arena numa pista de dança com surpresas oferecidas pelos Coldcut.

Já os Jazzanova começaram a sua actuação muito tempo depois do final do concerto dos Coldcut, o que lhes retirou boa parte do público ainda que tenham enveredado por um house musculado no início do set evoluindo para temas mais pop no final.

segunda-feira, outubro 22, 2007

[INFO] Coldcut (com Raj Pannu e MC Juice Aleem) e Jazzanova no Casino Lisboa

É hoje no Casino Lisboa, no ciclo «Concertos Arena Live 2007», que os Coldcut (com Raj Pannu e MC Juice Aleem) e os Jazzanova em DJ set vão actuar inaugurando uma lista de eventos eclética musicalmente. Entrada livre como é costume com início às 22:30.

Janathan More e Matt Black, dupla que compõe os Coldcut há 20 anos, vem acompanhada de Raj Pannu (beats e scratch) e Juice Aleem (MC) mostrando “Journeys by VJ” onde são processados cerca de mil samples de imagem por segundo tentanto acrescentar algo original ao conceito "ao vivo" usando o software criado pelos próprios Coldcut – o V-Jamm.

Os Jazzanova, porta-bandeira do movimento NuJazz, actuam em formato DJ set logo de seguida.

+ info:
»www.casinolisboa.pt
»www.coldcut.net
»www.jazzanova.de

domingo, outubro 21, 2007

[INFO] Entrevista a Burial por Kode9



Burial é um artista misterioso que consegue colocar o seu "anti-estrelato" a funcionar para o seu lado potenciando o hype do seu albúm debutante e homónimo. Kode9, que algumas más línguas afiançam ser o próprio Burial, entrevistou-o lançando perguntas que rodam à volta do seu som tão característico e até mesmo a questões pessoais.

Com saída marcada em Novembro, "Untrue" será o segundo longa duração de Burial. A palavra a Kode9:

«After the surprise success of his self-titled, low-key debut on Hyperdub , Burial returns with an eagerly awaited follow up album, ‘Untrue’. The new record is weird soul music, hypersoul, lovingly processing spectral female voices into vaporised R&B and smudged 2step garage. Voices are blurred, smeared, pitched up, pitched down and pitch bent until their content becomes irrelevant and they whisper their saccharin sweet nothings into the void.

UNTRUE continues with the first album’s crackle drenched yearning and bustling syncopations haunted by the ghosts of rave, but also reveals some new Burial treats with a more glowing, upbeat energy. UNTRUE kicks off with the skittering 2step syncopations and vocal science of ‘Archangel’, ‘Near Dark’ and ‘Ghost Hardware’, before descending into a space of radiant divas and ambience. While Burial’s first album was humid, suffocating and unrelentingly sad, UNTRUE is less sunless. Many of the tracks are so sweet, they become toxic, underscored by the almost geological rumbles of growling basslines. Whereas the mood of Burial’s first album was overpoweringly melancholy, its now better described as a downcast euphoria typified by the epic, muted optimism of the album’s last track ‘Raver’. Forget central heating. The radioactivity of this album is all that you’ll need to keep you warm this winter.

Kode9 Interviews Burial

9: What have you been doing since the last album?

Burial: It was a bit weird people hearing the first record because most of those tunes were made without me expecting them ever to be heard. So I've been recovering.

9: How long did it take you to recover?

Burial: About 2 years [laughs]. I've just been trying to get back to why I wanted to make tunes in the first place. The first one got slightly out of where it belonged, and I found it a bit difficult to just block things out and make tunes in a low key way again, and it took time to just get back to doing that, and liking it, and doing it fast, and not trying to be a perfectionist. Just trying to dream up tunes again without worrying what people were going to think.

9: The tracks on the first album had taken about 6 years to make in total.

Burial: Yeah, that was tunes from 2000 hand picked by you out of loads. So doing the second one was never going to be as easy as that, and also I wanted to try and learn some new stuff but I couldn't, so I just gave up and went back to the old ways [laughs]

9: Were you surprised by the reception of the first album.

Burial: Yeah. I think it promised something, but if you listened to it, it didn't really get there. But I think some people liked it because it was just a no fuss bunch of tunes. I want to do low key records so i got uneasy if there was attention. my tunes aren't for everyone but thats the point of it, it's for those people. But I still want people to like it, Im not some ice cold fretless bass playing psychopath.

9: Don't you think, that whatever you felt about it, people liked it because it made a consistent album.

Burial: Why, 'cos it was all moody?

9: Not that it was moody or not, but just that the whole thing had a consistent mood.

Burial: Yeah, it was just a sad, eerie, night time thing. But the new stuff has changed a bit. No it hasn't. Don't listen to me [laughs]

9: What do you think is the main difference between the two albums?

Burial: This one is a bit more buzzin', glowy. It's a bit more uplifting. It doesn't hang around. It's a bit more up. The tunes were made quite fast in the middle of the night and they had to fight for their right to exist. but they came out of nowhere. Its a bit like an unwanted pregnancy, i wasn't always in a good place, but most of the tunes had to be faith restoring somehow to me, but they still take a while to get into.

9: Its still pretty melancholy record. But now I think its downcast euphoria, as opposed to just downcast like on the first one.

Burial: Yeah, the first one was quite a pissed off basic record, downcast. But this one has more little bits of vocals glowing in it, flickering around and burning in the tune, messed with.

9: Why did you end up doing something a bit more 'glowy'?

Burial: It's always been difficult for me to make tunes. i'd just sit or walk waiting for night to fall hoping i'd make something i liked. Or come back in and try to make the club echo in my head from going out. I'd chosen certain vocals because the mood I was in. I wanted more vocals cos they attempt to form songs, its kind of sad but they get to you in the end, i don't want a singer i want something else. Also all i listened to for a year was Black Secret Technology. I still made most of the tunes in the dead of the night, and when you do that you have to let the tune kind of hypnotize you otherwise you'll just fall asleep or play Playstation. The tunes just lulled me, and you need a vocal to do that, and a certain type of sound to echo and circle and sway into a pattern. The moodiness made the tunes, not me. Now when I listen to them, they're ramshackle, DIY and rolling but I know there is a thing trapped in them so that when I look back on them, even if its dry, I know when it was made, I know what was going on that day, its like stapling real life to the side of the tune. I can't get a singer or some session musician to come in and play or sing some dry song, so I've got to get people singing acapellas or just mates singing in their phones and re-cut up what they're saying. Sometimes I run out of a vocal and I have to re-cut up each word and make them sing a whole new verse, and you cant tell what they're saying. But I feel I can make them say certain lyrics.

9: the puppet master ha ha

Burial: I love the sound of 'girl next door' vocals. The way it used to be. Give me that any day over a really talented trained person that can actually sing. There used to be a girl who used to sing in the flat next door but I didn't have the guts to ask her. That would have been kind of awkward to ask.

9: Why don't you do gigs?

Burial: I'm not that kind of person who can step up. I just want to make tunes.

9: Why don't you want to do pictures?

Burial: Same reason. I like the old records, where you didn't know who made them and it didn't matter. You got into the tunes more. I don't want anyone knowing i do tunes.

9: And the drawing on the front of the new album.

Burial: I've been drawing that same one since I was little. Just some moody kid with a cup of tea sitting at the 24 hour stand in the rain in the middle of the night when you are coming back from somewhere.

9: Why didn't you use a sequencer on the album?

Burial: I tried. I did one tune before. . .Unite. With someone showing me how to use it, and it worked out nice, but in the end I wasn't ready and I wanted to do another record without a sequencer again.

9: You like that ramshackle thing, don't you.

Burial: Yeah, I admire people who understand complicated programs or whatever. But I'm not that into tunes that are so sequenced that all you can hear is the perfect grid, e ven on the echoes. With those kind of tunes, sometimes I just hear Tetris music, i always know where i am in the tune so i cant get lost in it, no rough edges in some tunes even when they try hard to sound rough. I want to learn one day how to make tunes properly , but I wanted to do a tribute to my rubbish, dying computer. It starts smoking sometimes and the screen flickers like a strobelight, it mashes your eyes. The tunes are made where they're made, somewhere in my building, the roof or wherever, but not in some airtight studio. Loads of the album was made with the TV on. I wish i could make technical proper music one day but people who want technical music maybe won't like my new tunes but its not for them.

9: What don't you like just now?

Burial: fiending and fakery. Sometimes you get people who don't seem to really enjoy tunes theyre just checking what other people are into and ripping it or slating it . just because..no reason. some people just talk mostly about things they hate like it matters, like they are fighting through a crowd that isn't there. i liked the world before it was so easy for people to find out stuff and get at it. i like it when people are genuine, they like tunes, they want a dance.. i don't get it when people are ploughing in with negative claimage to something. Sometimes you just want music to stay where it is from. I love drum&bass jungle hardcore, garage, dubstep and always will till i die and i don't want the music i love to be a global samplepack music.. I like Underground tunes that are true and mongrel and you see people trying to break that down, alter its nature. Underground music should have its back turned, it needs to be gone, untrackable, unreadable, just a distant light.

9: There are more vocals on this album.

Burial: When I was growing up it was hardcore or jungle tunes and you would catch people singing them while doing the washing up. Like 'Music is the key' 'Thru the vibe' 'inner city life', 'finley's rainbow' guy called gerald, kemet crew. People would be playing them from cars. But deeper tunes too not just big tunes . They tried to put a vibe into the room. They didn't just walk in and stamp on your head. Or they worked hard to take you out of where you were, make you get lost, steal away. They weren't just serving up an element that you could instantly get into. They would put an atmosphere in the room that wasn't there before, or maybe had never been there, not take the atmosphere out the room. Vocals . . .it needs to be glowing, swaying, but I want the tunes to be likeable. Not dark for the sake of it.

9: Why is the album called Untrue?

Burial: When you are not acting like yourself . . .that's an everyday thing for everyone, but it can be a bit sinister . . .It's like the opposite of Unite.»

[INFO] Festival &

dumpArump.com

No Theatro Circo de Braga nos dias 2 e 3 de Novembro temos mais um festival de música electrónica. Mira Calix, Large Number, Clark e Sizo com a companhia de DJs. Entradas a 8€ cada dia com a festa a começar às 22:00.

sexta-feira, outubro 19, 2007

[INFO] Kap Bambino no Lounge



Os Kap Bambino, dupla de Bordéus, misturam batidas rave-like com "beats distorcidos e febris, linhas de baixo cáusticas, feitas berbequins numa candyshop de mil cores". A voz de Khima France também ela com tratamento sonoro filiado na cena punk, vertente lo-fi ajuda à entropia da festa. Entre o hype kitsch e a música para tunnings vai um longo passo? Confirmem hoje no Lounge com entrada gratuita.


sexta-feira, outubro 12, 2007

[INFO] 3º Aniversário do Otites

3 anos depois podemos comemorar mais um aniversário do Otites. A "carolice" e o gozo de escrever sobre música deram os seus (pequenos) frutos.

PS: Gosto de escrever estes posts assim... ;)

quarta-feira, outubro 10, 2007

[INFO] Arena Lounge no Casino Lisboa

O ciclo de concertos de entrada livre Arena Live regressa ao Arena Lounge, no Casino Lisboa, a 22 de Outubro. Sempre à segunda-feira a partir das 22h30 destacam-se Coldcut e Jazzanova , Roy Ayers e Gilles Peterson, Nicole Willis, The Gift e Buraka Som Sistema na passagem de ano.

22 Outubro - Coldcut (com Raj Pannu e MC Juice Aleem) e Jazzanova (DJ set)
29 Outubro - Ala dos Namorados
05 Novembro - Santos e Pecadores
12 Novembro - Delfins
19 Novembro - Tiago Bettencourt
26 Novembro - Nicole Willis and the Soul Investigators e Keb Darge (DJ set)
03 Dezembro - Fingertips
10 Dezembro - Paulo Gonzo
17 Dezembro - Roy Ayers Ubiquity e Gilles Peterson (DJ set)
25 Dezembro - André Sardet
31 Dezembro - The Gift, Buraka Som Sistema (DJ set), Rui Murka e Kamala (DJ set)

segunda-feira, outubro 08, 2007



O novo disco de Boxcutter já está a sair do forno.Editado novamente pela Planet Mu, chama-se "Glyphic" e vai ser lançado dia 29 deste mês. Mary Ann Hobbs já o ouviu e descreve-o da seguinte forma:

"Tonight, we really do have a rare and special treat on the programme. Boxcutter is on the cusp of releasing a devastatingly beautiful second album titled "Glyphic" for the Planet Mu label, and tonight he's previewing that record exclusively on the show. His real name is Barry Lynn, and he's based out in Ireland, and he's said before that he rarely leaves his bedroom other than to go out riding his bicycles in the fields nearby. I asked him to give me a little bit of insight into the inspiration and the thought process that underpins the new record and this mix for us tonight, and this is what he said : "It was good doing the mix for your show because I'd been thinking about blending all the tracks together on the album but that didn't work out, so it was a chance to try some of the ideas that I originally had for it."

He goes on to say that the title "Glyphic" is just a word that he likes, it has North African connotations which is good because it connects with Sun Ra and Pharoah Sanders, and all the trippy spaced-out jazz that he's into, which he says you can find a little bit of on the new record too. "Most of the tracks are sort of dubstep tempo" says Barry, "but I prefer to think of it as drawing from the long and broad history of heavy UK rave and breakbeat music rather than one scene or sound in particular, and hopefully I've got a little bit of something that's unique to me in the record. My main aim is to make something that'll completely spin people when they hear it."

I can tell you right now - Glyphic is an album that will absolutely break your heart, and this is the world exclusive preview. Boxcutter, step up."

Ora bem, como pode ser lido neste pequeno texto Boxcutter, ou Barry Lynn, preparou um set com temas do disco ainda que com algumas alterações. Essa mistura pode ser encontrada via ZShare. O ficheiro tem 32Mb.

+info:
» Planet Mu

sexta-feira, outubro 05, 2007

[OPINIÃO] implantação da República ou "God save the Queen"?

No dia que comemora o nonagésimo sétimo (97º) aniversário da implantação da República, Portugal, país que mantém representantes monárquicos no Parlamento, revive o saudosismo de reis, raínhas, príncipes e princesas. Lembra-me "God save the Queen", "terrorismo" musical e político dos Sex Pistols dos quais se volta a falar.

terça-feira, outubro 02, 2007

[INFO] Festa "Play Back The 80’s"



O Santiago Alquimista, vai receber, no dia 4 de Outubro o evento Play Back The 80’s, totalmente dedicado à década da nossa juventude, os 80´s. Recordar bandas como The Smiths, The Cure, Joy Division, Bauhaus ou os New Order, saborear as bombocas ou as pastilhas Gorila, rever séries como o Verão Azul ou a Galactica e jogar no Spectrum ou no Amiga. Tudo isto vai ser recordado no Santiago Alquimista.

Na Sala Santiago actuarão as Go Go Girls, um dueto feminino conhecido das festas da Faculdade de Belas Artes e Fernando Morgado, um habitué das noirtes do Incógnito, acompanhados na parte visual pelo VJ John Holmes.

A festa terá início às 23h00 e o preço será de 4€.

+info:
» Projecto Marginal
» Santiago Alquimista

segunda-feira, outubro 01, 2007

[INFO] Massive Attack em Lisboa e Porto



Foi nos dias 17 e 18 deste mês que o colectivo britânico Massive Attack andaram nos Coliseus e deram mais um espectáculo em terras lusas apresentando um novo tema, "16 Seeter", que estará incluido no próximo disco "Weather Underground".

N'O Português está uma crítica com imagens e filmes da actuação no Coliseu no Porto feita por Angelo Fernandes: "Pouco mais de um ano após a última apresentação os Massive Attack regressaram para nos dar mais do mesmo. De facto, apesar de já se ouvir falar de um novo trabalho este concerto não foi mais de que uma repetição quer nas músicas quer mesmo nos convidados: Liz Frazer, Horace Andy e Deborah Miller. Sendo o último trabalho publicado um best of não será de admirar.
Mas ...... soube a pouco mas, 3D e Daddy G só sabem nos dar bons concertos. O que foi demais foi o tempo de espera. Se os Peeping Tom faltaram o tempo que lhe caberia no concerto foi na mesma preenchido pela ... paciencia."


"Teardrop"


"Inertia Creeps"


"Karmacoma"

 

 

 

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