sexta-feira, junho 30, 2006

[NET] Vídeos

aqui tínhamos falado de como é que um disco de vinil é feito. Neste outro vídeo não é a parte industrial que é mais interessante, mas sim o processo de gravação e estúdio que não é mais que um pequeno concerto ao vivo. "Record Making with Duke Ellington, 1937"

segunda-feira, junho 26, 2006

[INFO] Portishead e 4Hero

Duas óptimas – e esperadas - notícias em mundos diferentes da música; Os Portishead de Beth Gibbons, Adrian Utley e Geoff Barrow que não lançam um disco desde 1998 com “Roseland NYC Live”, estão a escrever o terceiro disco da sua carreira: “Portishead formed in 1991 and are writing their third studio album.”

Estas informações encontram-se no seu site do MySpace. Nesta página podemos ouvir “Greek Jam” (um sample contínuo) e “Key bored 299 03” já em formato canção com uma ou outra característica típica dos Portishead como o som sujo e a melancolia sempre presente nos seus trabalhos, embora sem qualquer vocalização.

Outra novidade refere-se ao trabalho dos 4Hero que também anunciam o lançamento de um novo trabalho após o muito bem recebido (e superiormente conseguido) “Creating Patterns” de 2001 e as suas remisturas de 2004 em "The Remix Album".

sexta-feira, junho 23, 2006

[INFO] Gnarls Barkley

Gnarls Barkley

Gnarls Barkley é uma colaboração entre Danger Mouse e Cee-Lo. O seu primeiro disco, "St. Elsewhere" cujo primeiro single, "Crazy" atingiu os 30.000 downloads no iTunes, sustenta-se numa base de sons Motown condimentados pelo rock e pela soul. Os temas, curtos e muito dançáveis, estão a ser mostrados em vários concertos/apresentações tendo como ponto alto a presença do duo nos MTV Movie Awards de 2006.

O videoclip deste single é um poema visual que já anda pela MTV e pelo You Tube. Podem-se ouvir alguns temas no MySpace de Gnarls Barkley como a já referida "Crazy", "Smiley Faces", "Gone Daddy Gone" e "Gogo Gadjet Gospel".

terça-feira, junho 20, 2006

[OPINIÃO] Dowloads e Indústria Fonográfica



No site da Pró-Música, uma página onde se mostram os benefícios da compra de CDs e do download legal de faixas, mostra-se a propaganda anti-pirataria bem como as razões que a indústria fonográfica defende para combater esta presente situação de impunidade dos utilizadores de música on-line. Neste mesmo site afirma-se que “não há dúvida que os downloads ilegais e gravação de CDs estão a fazer como que as vendas diminuam - e a maioria dos artistas faz da música a sua forma de vida. A mentalidade “música gratuita” afecta não só os artistas como a indústria fonográfica e desvaloriza a cultura e o comércio.”

No entanto, no mesmo site e observando o Relatório sobre Música Digital de 2006 pode-se ler que “as receitas recorde das empresas (receitas comerciais) atingiram $US 1,1 biliões em 2005, um aumento para o triplo face a 2004 ($US 380 milhões)”. Em que ficamos? Os downloads realmente prejudicam as vendas da indústria fonográfica ou, pelo contrário, são-lhe indiferentes? Os resultados deste relatório que apontam para os tais lucros recorde são paradoxais tendo em conta os “420 milhões de faixas descarregadas em 2005, mais do dobro do número descarregado em 2004 (156 milhões).” Se, de facto, os lucros triplicaram como é que foram influenciados negativamente pela estimativa que “o número de ficheiros ilícitos de música disponíveis na Internet em cada momento atinja os 885 milhões, um valor ligeiramente superior ao verificado em Janeiro de 2005 (870 milhões), mas inferior face a Junho de 2005 (900 milhões).”? Uma incongruência que nem a IFPI se dá ao trabalho de justificar. A sua argumentação baseia-se – sempre – em frases e questões não quantificáveis.

Ainda verificando os resultados financeiros das editoras, mais afirmam o que já todos sabem, “a grande maioria dos artistas NÃO é rica. E não se trata apenas de algumas faixas, mas virtualmente de tudo o que está gravado.” Logo, o lucro fica onde?

Uma propaganda baseada no medo e na desinformação que é corroborada pelo maior e melhor argumento pró - pirataria protagonizado pelos D'zrt: “Roubar a música é matar a música. Sempre que sacas uma música estás a contribuir para que os nossos concertos acabem.”

Ok.

sexta-feira, junho 16, 2006

[INFO] Jornal "Raio X"



Após a notícia do desaparecimento do Blitz (cujo regresso em formato revista está marcado para 22 de Junho) mais uma publicação musical em Portugal surge: O Jornal Raio X. De publicação quinzenal (às Quartas-Feiras) conta com uma redacção de oito pessoas e vai dirigir-se a colaborações específicas sobre cada género musical com o objectivo de fornecer informação de difícil acesso aos leitores. A partir de 14 de Junho, o "RX" custará 1 euro e terá uma tiragem de 20 mil exemplares.

Sobre o actual mercado da imprensa musical Rui Maciel, director do Raio X diz, «na altura o mercado estava parado e o Blitz tinha o seu público implantado. Agora que vai passar a ser uma revista mensal, resolvemos recuperar o projecto para ocupar o vazio deixado pelo Blitz». Segundo o director, a publicação, dirigida a um público dos 15 aos 30 anos, ocupa um "espaço interessante a nível de publicidade" e "quantidade de leitores". "Basta ver esta febre dos festivais. Há um grande mercado a ser explorado", ilustra. Mais ainda, "as publicações de música sofrem uma forte concorrência. Quem quer ler a crítica a um disco quando o pode ouvir à distância de um click?", reconhece Rui Maciel. Por isso, o "RX" tem como "trunfos" "ir onde os fãs não podem ir, ir aos bastidores falar com as bandas, conhecer os músicos a um nível pessoal" e ir além da "notícia, reportagem ou crítica".

Mais informação no MySpace do Raio X.

terça-feira, junho 13, 2006

[DISCO] Boards of Canada "Trans Canada Highway"

Boards of Canada

A descontinuidade do trabalho dos Boards of Canada (BoC), onde longos intervalos de tempo de inactividade são interrompidos por algum material oficial editado pela banda, juntamente com o secretismo que Michael Sandison e Marcus Eoin Sandison (são irmãos) cultivam, geram um pequeno terramoto nos admiradores desta banda aquando do lançamento de um disco ou EP. Este “Trans Canada Highway” não foi excepção. Previamente pensado para ser posto à venda no dia 6 de Junho de 2006 (6-6-6), o lançamento foi adiantado para o mês de Maio devido à simbologia que a data sugere.

Com uma imagem muito própria, os BoC foram construindo a sua faceta visual sobre uma linha muito coerente e a capa de “Trans Canada Highway” não foge a esta ideia. O desenho simples e vintage de uma auto-estrada corta com as imagens mais trabalhadas de “The Campfire Headphase” de onde tem origem este EP de 28 minutos. O lançamento deste EP conta, ainda, com outra novidade: O primeiro vídeo do duo que assinado por Melissa Olson, participante de documentários do “National Film Board of Canada”, a influência máxima dos BoC, vídeo esse referente a “Dayvan Cowboy”, a primeira faixa de “Trans Canada Highway”. Aliás esta música mereceu uma mistura de cLOUDDEAD (“Odd Nosdam remix”).

Left Side Drive”, segundo tema, lembra-nos os Boards of Canada mais antigos com cinco minutos de som espaçoso e simples, sem os arranjos de cordas que alguns fans contestaram em algumas músicas contidas em “The Campfire Headphase”. Leve e fluida, este “Left Side Drive” junta às camadas suaves de electrónica analógica um borbulhar de sons que lhe confere uma riqueza especial. "Heard From Telegraph Lines", uma reprise da faixa anterior, com um loop nu e elementar antecede o outro ponto alto do EP (juntamente com “Left Side Drive”): "Skyliner"; “Old School” BoC? Som enrugado e dramático que luta com a pureza do antagonismo de lençóis sintetizados como só Michael e Marcus sabem fazer. Ligeiramente agressiva, mas óptima para acompanhar numa viagem, cresce lentamente à medida que avança. Para acabar o material original ouve-se "Under the Coke Sign", também uma reprise do tema anterior. O seu som familiar rapidamente se torna dejá-vu, principalmente para quem conhece os trabalhos anteriores de BoC. Chegados ao ponto crítico de “Trans Canada Highway” (a mistura de “Dayvan Cowboy”), a revisão de qualquer artista de uma música dos BoC pode “matá-la”, devido à sonoridade muito típica destes e à necessidade que uma mistura tem de incorporar a linguagem de quem a trabalha. “Dayvan Cowboy (Odd Nosdam Remix)” não se esquiva a esta regra. cLOUDDEAD está neste tema que, durante nove minutos, baralha e volta a dar com a distorção da faixa original (com uma série de drones sucessivos) e a incorporação de novos elementos melódicos não necessariamente desagradáveis. No entanto, o principal interesse de “Dayvan Cowboy” (o original) é a sua digestão metódica e a mistura não lhe confere essa qualidade.

Este EP fica aquém quando comparado a anteriores como “In a beautiful place out in the country”, por exemplo. Apesar de dois monstruosos temas como “Left Side Drive” e "Skyliner" (além do já conhecido “Dayvan Cowboy”) o prazer da sua audição é intermitente, embora largamente satisfatória.

[Boards of Canada, Trans Canada Highway EP - Warp 2006]

+ info:
site dos BoC
video de “Dayvan Cowboy”

domingo, junho 11, 2006

[EVENTO] Boy George em Portugal



Via Grandes Sons descubro mais um acontecimento revivalista dos 80s com a presença de Boy George: "Após um longo período de ausência, Portugal vai ter a oportunidade de ver, de novo, o ícone do pop dos anos 80 e fundador dos não menos famosos Culture Club, Boy George.

Autor de sucessos como “White Boy”,“I'm Afraid Of Me ”, “Do You Really Want To Hurt Me” , Boy George ficou tambem conhecido por ter sido sempre um acérrimo defensor da liberdade sexual, emp restando a sua imagem a acções ligadas à causa.

A Heart&Soul já garantiu duas datas do artista para Portugal, 7 de Julho no Buddha Lisboa e 8 de Julho no Pacha de Ofir.

Boy George uma figura mítica há muito desejada e aguardada em terras lusitanas, promete brindar-nos a todos com a sua natural eloquência e excentricidade. Sem duvida dois espectáculos a agendar no roteiro das grandes noites deste verão que embora oficialmente não tenha começado já nos revela temperaturas elevadíssimas."

No entanto, fica a dúvida: Para live act ou DJ set?

quinta-feira, junho 08, 2006

[disco] IAMX "The Alternative"


IAMX (ou I AM X) é o excelente projecto a solo de Chris Corner (vocalista dos conhecidos Sneaker Pimps) e "The Alternative" é o segundo álbum deste projecto (Abril de 2006).

O sentimento misto de underground, electrónico, negro, a rasar o típico indie e de presença obrigtória nas pistas de dança alternativas, torna The Alternative difícil de classificar num género. Na minha opinião, e como diria alguém que eu cá sei, é um autêntico pontapé na orelha! E só assim se explica o surpreendido que fiquei com temas como "President", "The Alternative" (excelente, e a não perder!), "Nightlife", "The Negative Sex", "Bring Me Back A Dog", "Spit It Out" e "After Every Party I Die" (para não dizer todas as faixas mesmo). Tudo envolto numa espécie de rede de um erotismo, estilo e desprendimento característicos de uma noite temperada com luxúria e estupefacientes.

A voz de Chris Corner é fora do comum, e atinge níveis e picos que justificam a curiosidade de tudo ter começado com o "Becoming X" (primeiro álbum dos Sneaker Pimps) que evoluiu para a conformação final "I AM X".

O sentimento é perfeito e, tenho a impressão, que deve resultar espectacularmente ao vivo. I wish.


Site oficial: http://iamx.co.uk/
Ouvir o disco inteiro... aqui
Vídeo da performence ao vivo da faixa The Alternative (youtube)

segunda-feira, junho 05, 2006

[NET] Vídeos

No Hit da Breakz digga escreve um post com "chancela" de serviço público: Como é que se fabrica o vinil?. "O universo dos discos de vinil suscita todos os tipos de mitos e muitos dos aspectos que rodeiam este suporte são ainda um pouco obscuros para a maioria das pessoas, sobretudo no que à sua manufactura diz respeito. Num momento em que os números de consumo de vinil voltam a subir (...) nada melhor do que orientar o olhar para a forma de fabricar discos de vinil."


Ainda dentro dos vídeos, e também no Youtube, a explicação de como surge o break que dá origem ao drum n' bass e ao jungle: "This fascinating, brilliant 20-minute video narrates the history of the "Amen Break," a six-second drum sample from the b-side of a chart-topping single from 1969. This sample was used extensively in early hiphop and sample-based music, and became the basis for drum-and-bass and jungle music -- a six-second clip that spawned several entire subcultures. Nate Harrison's 2004 video is a meditation on the ownership of culture, the nature of art and creativity, and the history of a remarkable music clip."

 

 

 

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